sexta-feira, 9 de julho de 2010

Global Web Index: o comportamento dos usuários (brasileiros, inclusive) nas redes sociais

A inglesa Trend Stream, empresa de pesquisa de mercado, lançou, hoje, a primeira onda de uma versão gratuita da ferramenta Global Web Index LITE.
Essa pesquisa foi realizada em 16 países, entre eles o Brasil, e é voltada ao comportamento dos usuários no uso das redes sociais.


Fonte: Mashable

domingo, 30 de maio de 2010

#2 Apostas Cannes 2010 Burger King Whopper Face

Ação criada pela Ogilvy Brasil para Burger King.
Ao pedir um lanche especial, o cliente recebia o produto embalado em um papel com sua foto.
Supreendente.

#1 Apostas Cannes 2010 Ikea Facebook Showroom

Para lançar uma nova loja da rede sueca Ikea, a agência Forsman & Bodenfors, criou uma ação essencialmente simples.
O filme explica toda a ação, que teve rápido sucesso pelo apelo promocional inusitado, inovador, pelo uso de uma ferramenta de larga penetração no mercado local e pelo uso de uma funcionalidade familiar ao usuário.


segunda-feira, 24 de maio de 2010

“A internet de 32 milhões de brasileiros”

“A internet de 32 milhões de brasileiros”. Esse é o título de matéria da revista Veja dessa semana, que mostra um lado ainda desconhecido por muitos profissionais de comunicação: o perfil do usuário de internet.


Apenas puxando pela memória, em inícios dos anos 2000, era comum e plausível a justificativa de investimentos em internet baseada na qualificação do público. Na prática, soluções de mídia rentáveis e gráficos que apontavam alta afinidade do meio com a tão almejada classe AB. Com o tempo, os gráficos mudaram e, além da tal afinidade, a penetração, o reach ganhou destaque.
Hoje, o discurso e a prática são outros. A qualificação dá lugar à popularização. O perfil do usuário é outro. Os usos da web são outros.
De acordo com a pesquisa Internet Pop de 2009, do Ibope, apenas 32% dos usuários brasileiros pertence à classe AB. 51% são classe C, maioria. Apenas 17%, classes D e E.
A matéria de Veja, voltada ao uso das “Lan Houses” mostra a internet que dá acesso à informação, entretém e facilita a vida das pessoas. A revista visitou estabelecimentos em regiões periferias das principais capitais do país, além de cidades com baixo índice de desenvolvimento humano.

Em todas as ocasiões, fica claro o caráter utilitário da web. Serviços bancários, acesso a notícias, estudos. Além do famoso uso baseado em entretenimento, games, músicas e, como não poderia deixar de ser, o uso das redes sociais. Em especial, o Orkut.

Essa condição, o acesso a um novo universo de alternativas, transforma, nas pessoas, a relação de tempo e espaço, afetando suas percepções de mundo.

Atualmente, o país conta com, aproximadamente, 70 milhões de pessoas com acesso à rede. Frente ao crescimento econômico esperado para os próximos anos no país, pode-se esperar uma mudança acelerada nesse cenário.


Basta lembrar que o dia continua contando com 24 horas para concluir que a mudança no consumo dos meios de comunicação também continuará se acentuando. E nós, profissionais de comunicação, precisamos acompanhar essa evolução para não “perdermos o norte” das coisas.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Ad Networks

Hoje, li um texto sobre as advertising networks no Meio & Mensagem. Não era o dessa semana, mas acho válido retomar o assunto e refletir.

O que são as ad networks: em resumo, empresas que representam comercialmente sites segmentados, oferecendo soluções a agências e anunciantes. Muitas delas, empresas internacionais.

O texto abordava a atuação dessas redes no mercado brasileiro, trazendo opinões de profissionais de grandes veículos de internet e daqueles representando as chamadas ad networks, as quais tem tido atuação contestada no mercado norte-americano, pois representam ameaça aos grandes grupos de comunicação dos Estados Unidos. Lembre-se de que a internet tem outra dimensão naquele mercado, tanto em penetração na população como em volume e proporção de receita publicitária.

No Brasil, algumas dessas empresas de ad network não apresentam modelos de negócio transparentes, o que, de cara, afasta recomendações e investimentos de agências e anunciantes pautados pela ética e transparência nos negócios.

Um outro aspecto a se dizer de algumas práticas rotineiras dessas empresas é que praticam preços inferiores à média do mercado como argumento de vendas. Essa prática não só desvaloriza os veículos utilizados, mas o meio como um todo.

Algumas dessas empresas tem ou tiveram práticas negativas no mercado brasileiro, o que não pode ser generalizado. Por outro lado, justiça seja feita, as ad networks viabilizam muitos veículos e também oferecem soluções eficazes de segmentação a agências e anunciantes.

Ainda falando sobre a matéria do Meio & Mensagem, os profissionais representando portais enfatizavam a inviabilidade dessas redes no Brasil, baseados na concentração da audiência no país em alguns poucos portais.

Não é a concentração de audiência apenas, mas também a qualidade editorial e todos os significados que uma grife (Folha Online, Estadao.com, Globo.com, Terra, Editora Abril etc) carrega devem ser levados em consideração na hora de se investir em um veículo. E os portais são os grandes responsáveis pelo acesso à informação de qualidade na internet:

  1. Ser um parceiro de conteúdo de um grande portal não é fácil. Os veículos passam por avaliações editoriais e financeiras. Para fazermos um paralelo com a TV, vejamos o enorme orgulho das emissoras afiliadas da Globo. Funciona como certificado de qualidade. Na internet é igual. Ser parceiro de um portal é motivo de orgulho e é utilizado como argumento de vendas. Afinal, anunciante algum quer ter sua marca em ambiente desqualificado.
  2. Além de conteúdo terceiro, os principais portais do país despendem de largos invesimentos em equipe editorial (e bons profissionais são caros), em agências de notícias (EFE, Associated Press, Reuters, Agência Estado etc). Ainda podemos falar de estúdios para geração de conteúdo multimedia, trazendo a melhor experiência a cada tipo de usuário.
Vale lembrar que ao comprar um espaço publicitário, uma empresa está patrocinando, investindo em um veículo. Não é apenas a compra pura e simples de audiência e impacto que está em questão. Empresas querem e devem investir em boas práticas, em veículos que tem seus papéis reconhecidos na sociedade.

sábado, 20 de março de 2010

Seu próximo planejamento de comunicação

O video abaixo mostra uma bebê de menos de dois anos DOMINANDO um iPhone, vendo fotos e até acessando o YouTube.
Indo direto ao ponto, esse é o consumidor que o profissional de comunicação enfrentará daqui pra frente.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Google TV

Reflita sobre a transformação que o Google trouxe ao mundo.
Tá, mas leve-me ao pé da letra e reflita.
Volte daqui a 5 minutos.

A empresa conquistou o mundo com seu controverso "menos é mais", já que sempre temos milhares de links de resposta. Bom, fato é que o Google mudou o mundo dos negócios, permitindo, abrindo o leque de opções de divulgação de negócios, produtos e serviços. Quem foi favorecido? A cauda longa, a qual não se enquadrava nas regras ($$) do jogo. Tá bom, sempre existiram os classificados e as listas.

Na prática, necessidades nunca antes absorvidas passaram a significar volume significativo de demanda, favorecendo empresas que não possuem lugar na mídia, restrita a anunciantes de "milhões". Em outras palavras, a TV de hoje está para uma rede de hiper-mercados assim como os buscadores estão para os hiper, super e mini mercados de bairro.

Agora, imagine uma empresa que transformou e é quase sinônimo de uma plataforma de comunicação entrando em outra, a TV.

Imagine uma App Store para a TV. Imagine vídeos sendo veiculados com base em resultados por cidade, por bairro, por uma distribuição por IP. Campanhas sendo otimizadas automaticamente por um sistema de acordo com desempenho, frequência média eficaz para cada micro-região, de acordo com necessidades cirúgicas de reforço de marca, de incremento de vendas.

São apenas divagações de uma mente que não quer dormir.

Mas o Google vai pra TV sim. E dessa vez não será para o intervalo do Super Bowl. Vai com conteúdo.

"
For Google, the project is a pre-emptive move to get a foothold in the living room as more consumers start exploring ways to bring Web content to their television sets. Google wants to aggressively ensure that its services, in particular its search and advertising systems, play a central role.

“Google wants to be everywhere the Internet is so they can put ads there,” said one of the people with knowledge of the project."

Quando, Rodrigo? Nos próximos meses. Talvez daqui a 3 ou 4. Mas isso na prática? Com certeza não (desculpe se chegou até aqui e ficou chateado com isso), mas não custa acompanhar. Essa história é antiga.

A fonte? NY Times e Mashable.

Dá-lhe P&D. Pra vida.

domingo, 7 de março de 2010

The Paradox of Choice

Palestra do psicólogo americano Barry Schwartz em que afirma que a grande liberdade de escolha dada ao consumidor não significa melhores opções ou maior satisfação.

Do arquivo do TED 2005.