comScore: Total Universe Report
A comScore, maior empresa de pesquisas acerca do universo digital no mundo, começará a oferecer aferições de todos os pontos de acesso à internet.
A comScore, maior empresa de pesquisas acerca do universo digital no mundo, começará a oferecer aferições de todos os pontos de acesso à internet.
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Rodrigo Almeida
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Marcadores: comscore, Internet, mercado digital, Mídia Online, nielsen, pesquisa
Recomendação do professor Dr. Marcelo Coutinho (@mcoutinho) em aula de pós-graduação em comunicação digital (Digicorp) na ECA/USP.
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Rodrigo Almeida
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Marcadores: comunicação, comunicação digital, indústria informativa, informação, information revolution, Internet
“A internet de 32 milhões de brasileiros”. Esse é o título de matéria da revista Veja dessa semana, que mostra um lado ainda desconhecido por muitos profissionais de comunicação: o perfil do usuário de internet. 
Apenas puxando pela memória, em inícios dos anos 2000, era comum e plausível a justificativa de investimentos em internet baseada na qualificação do público. Na prática, soluções de mídia rentáveis e gráficos que apontavam alta afinidade do meio com a tão almejada classe AB. Com o tempo, os gráficos mudaram e, além da tal afinidade, a penetração, o reach ganhou destaque.
Hoje, o discurso e a prática são outros. A qualificação dá lugar à popularização. O perfil do usuário é outro. Os usos da web são outros. De acordo com a pesquisa Internet Pop de 2009, do Ibope, apenas 32% dos usuários brasileiros pertence à classe AB. 51% são classe C, maioria. Apenas 17%, classes D e E.
A matéria de Veja, voltada ao uso das “Lan Houses” mostra a internet que dá acesso à informação, entretém e facilita a vida das pessoas. A revista visitou estabelecimentos em regiões periferias das principais capitais do país, além de cidades com baixo índice de desenvolvimento humano.
Em todas as ocasiões, fica claro o caráter utilitário da web. Serviços bancários, acesso a notícias, estudos. Além do famoso uso baseado em entretenimento, games, músicas e, como não poderia deixar de ser, o uso das redes sociais. Em especial, o Orkut.
Essa condição, o acesso a um novo universo de alternativas, transforma, nas pessoas, a relação de tempo e espaço, afetando suas percepções de mundo.
Atualmente, o país conta com, aproximadamente, 70 milhões de pessoas com acesso à rede. Frente ao crescimento econômico esperado para os próximos anos no país, pode-se esperar uma mudança acelerada nesse cenário. 
Basta lembrar que o dia continua contando com 24 horas para concluir que a mudança no consumo dos meios de comunicação também continuará se acentuando. E nós, profissionais de comunicação, precisamos acompanhar essa evolução para não “perdermos o norte” das coisas.
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Rodrigo Almeida
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Marcadores: Internet, popularização da web, veja
Neste texto, abordarei o uso das mídias sociais pela indústria informativa. Motivo-me na limitada utilização da internet pelos veículos de comunicação, na falta de diversificação, na insistência no modelo de comunicação que não permite retorno do usuário, no uso ferramental das mídias sociais, em detrimento de um conceito concreto.
A internet é participativa e o modelo de comunicação “muitos para muitos”, também conhecido como modelo horizontal, está consolidado. As pessoas querem receber conteúdo do seu círculo social, fazê-lo e recomendá-lo.
Entre os 20 maiores domínios do país estão Orkut, Blogger, Wordpress, Twitter e YouTube. Daqui a pouco, Facebook, bola da vez, estará também. Esses sites vêm crescendo acima da média da internet, ou seja, vêm roubando mercado, tempo de navegação, número de usuários dos sites tradicionais. Por sites tradicionais, entendamos aqueles que dominam o modelo de comunicação “um para muitos”, ou vertical, aquele adotado pelas mídias massivas, em que um centro emissor fala para muitas pessoas. Esse modelo raramente é passível de experiências, ao contrário do modelo horizontalizado de comunicação.
Dito isso, quais motivos levam os principais veículos de comunicação a abrirem mão de um amplo leque de oportunidades e a fazerem uso tático – e não estratégico - das mídias sociais? Um dos motivos, certamente, passa pela falsa idéia perda de audiência que os veículos teriam distribuindo seus conteúdos pela web. O que um líder da indústria da informação deve ter em mente é que seu veículo deve ser o melhor local para abrigar seu conteúdo e receber seu usuário, porém, nunca o único.
Um exemplo prático é o NY Times que, pensando na atração do usuário de fora para dentro, faz grande apropriação das mídias sociais ao usar Facebook, YouTube e Twitter, para ficarmos em três exemplos.
Seu canal no Facebook possui quase 500 mil fãs, pessoas que se identificam com a marca e que querem receber seu conteúdo. Seu principal perfil do Twitter possui mais de 2 milhões de seguidores. Já no YouTube são quase 20 mil inscritos e 600 mil exibições de vídeo. Sim, o The New York Times faz uso de vídeos e não apenas o corriqueiro uso de textos e imagens.
Além da apropriação descrita acima, há também o uso das mídias sociais de dentro para fora dos sites, abrindo espaço para que o usuário compartilhe conteúdo pela rede. Muitos dos principais sites brasileiros não oferecem essa usabilidade às pessoas. Quando oferecem, é de modo tímido, dando a impressão de que o botão "share" faz parte de um protocolo.
Acima, um campo de interação do usuário com a notícia. Ao invés de compartilhar, oferecem a função para impressão. Faça uma pesquisa entre os principais publisher brasileiros e analise se estão fornecendo ferramentas 2.0 ao usuário para que ele alie conteúdo e mídias sociais.
É preciso encorajar as pessoas a compartilhar conteúdo pela rede, motivá-las com uma estética positiva e atraente. Editorialmente, pode-se motivar o usuário a compartilhar conteúdo pela rede também.
Sob o ponto de vista do marketing, ao adotar esse tipo de posicionamento, as empresas apliam seus "inputs" através do uso renovado da tecnologia e recebimento de informações, mostram uma atual cultura e política na empresa, resultando em melhores produtos e serviços, outputs. Ainda sob a ótica mercadológica, ao fazer uso apropriado das mídias sociais, um grupo de comunicação amplia seu alcance, cobertura no meio.
É preciso que façamos uso de todo potencial da rede. E esse potencial está na mão das pessoas. O uso ferramental das mídias sociais apenas minimiza o gap entre as duas realidades.
Aqueles representantes da indústria informativa que começarem a fazer uso efetivo das mídias sociais, provendo treinamento a editores e jornalistas para que esses tenham cada vez mais condições de pensar na geração de conteúdo passível de compartilhamento, estarão criando uma diferenciação, talvez seu próprio oceano azul.
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Rodrigo Almeida
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Marcadores: indústria informativa, Internet, mercado, mídias sociais
A concorrência me fascina e faz com que o usuário seja o maior beneficiado.
Apple mostra sua tradição em atacar seu principal concorrente, a Microsoft, que acaba de lançar o Windows 7.
Aqui, o Google é resumido em 2 minutos:
Ao mesmo tempo, Facebook expande seus tentáculos pelo mundo e será representado comercialmente pela Fox Networks na América Latina. Orkut, em resposta, faz movimentos para se manter atual no Brasil. Twitter cresce e faz alianças. Yahoo! evolui para oferecer um melhor serviço ao usuário.
Viva o mercado.
Está em evidência na mídia a questão da limitação à internet a que os senadores Eduardo Azeredo (PSDB – MG) e Marco Maciel (DEM – PE) pretendem aprovar - através de emenda à Reforma Eleitoral - no Senado, nessa terça-feira, 15 de setembro.
Os pontos que mais trouxeram discussões são justamente aqueles que remetem às limitações a que estariam impostos veículos de internet, a que os mais “eufemistas” chamam de normatização da rede. Sites e portais de jornalismo estariam proibidos de "fazer propaganda eleitoral de candidato, partido político ou coligação" e de "darem tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação, sem motivo jornalístico que justifique".
Porém, o texto não deixa claro o que configura propaganda eleitoral, tratamento privilegiado nem motivo jornalístico. O que oferece margem à subjetividade.
Ainda sobre limitações, as emendas prevêem direito de resposta inclusive em ferramentas sociais – aquelas chamadas de “2.0” – como Orkut, Facebook, Blogs e Twitter.Os autores mostram não ter ciência das propriedades da web 2.0 e seu teor colaborativo. A rede é feita por pessoas. Isso sem falar em números. Metade dos 65 milhões de internautas do país lê ou mantém blogs. Mais de 30 milhões de pessoas usa Orkut e quase 10 milhões está no Twitter.
O texto base da Reforma Eleitoral, aprovado na última quarta-feira, 09/09, prevê, entre outros pontos, publicidade em blogs e doação de verba para campanhas políticas através da web. Agora, está em decisão os pontos apontados acima.
Devemos lembrar que a democracia não é um regime a ser identificado apenas no sistema de votação de uma nação, mas sim um exercício que deve ser realizado a todo instante. E é possível identificar totalitarismos em ações como limitar difusão de opiniões de veículos (legítimos) de massa na web ou prever direito de resposta a candidatos – ou a outras partes envolvidas, como partidos políticos – em redes sociais como maneira de coação. Vale lembrar que essas redes são mantidas por pessoas comuns, eleitores, cidadãos.
O Blog do Planalto é outra manifestação que não tem a mínima pretensão de ouvir a nação, uma vez que não permite comentários, o que deveria ser seu propósito inicial, a aproximação entre governantes e governados. Daí, o "espelho" fiel ao Blog do Planalto, porém um blog de verdade, democrático e aberto, como deve ser.
Essa maior atenção à rede teve início após o sucesso da campanha de Barack Obama nos Estados Unidos. Campanha que obteve grande parte de suas doações advindas da web, território em que Obama conquistou milhões de militantes. Ao contrário, aqui, alguns políticos estão dispostos a limitar a difusão de idéias desses possíveis (e por que não "potenciais") militantes.
Há uma imensidão de possibilidades a ser explorada pelos políticos brasileiros na internet. O Brasil é uma das 10 maiores comunidades de internautas do mundo e também uma das mais abertas e naturalizadas com as ferramentas participativas. Faça-se uma estratégia de divulgação de seus ideais e projetos de campanha. Divulguem em Blogs. Aproximem-se de seus eleitores através do Twitter (ele é uma das ferramentas de maior eficácia nesse sentido e permite feedback imediato) Utilize as ferramentas participativas de modo aberto, divulgando projetos passados, qualificações, formações.Mas cuidado: o internauta é criterioso e não permite superficialidades.
Projetos como Transparência Brasil precisam ganhar notoriedade na rede como ferramentas provedoras de informação aos eleitores, assim como os sites da Câmara e do Senado. Qualquer tentativa de aproximação entre candidatos e eleitores, cidadãos e seus representantes, será positiva e só melhorará a qualidade de nossos representantes.
Em tempo, nosso presidente, hoje, em declaração: " a internet é uma coisa que fugiu ao poder do seu criador. É impossível controlá-la, mas é preciso normatizá-la". É a velha mania do cabresto, de controle da opinião, do medo e do despreparo ao debate aberto. Mas a internet foi concebida para ser controlada por pessoas, um ambiente neutro. Daí a dificuldade.
Andrea Matarazzo, um exemplo a ser seguido. Abre diálogo prazeroso com a população através do Twitter, onde tem mais de 7 mil seguidores. Além da conversa aberta, divulga fotos de seus passeios pela cidade de São Paulo.
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Rodrigo Almeida
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Marcadores: democracia, Internet, liberdade, política, reforma eleitoral, restrição à internet
Com o objetivo de mostrar seu trabalho ao mercado, a agência de publicidade digital "Gringo" lança um site chamado de "Campanha instantânea".
Com o personagem "Pai Pop-up", o site faz uma sátira bem humorada da realidade do mercado publicitário e seus discursos.
Vale conferir.
Paradoxalmente, outro fato que me fez refletir foi o site Don'tClick.It.
À primeira impressão parece meio bobinho, mas o site convida a uma reflexão e a um exercício cognitivo.
Fala desde a história do clique até sua importância na economia digital.
O Google que não iria gostar muito do assunto.
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Rodrigo Almeida
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Marcadores: don't click.it, gringo, Internet, mercado, pai pop-up, Publicidade