quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Everybody knows somebody who loves a Honda

Poucas marcas são sólidas o suficiente para unir mais de 250 mil fãs. E poucas marcas confiam tanto no próprio taco para abrir diálogo com as pessoas em ambiente neutro como uma rede social.

A Honda tem feito uso do Facebook através de um canal com a seguinte afirmação: We have a Theory: everybody knows somebody who loves a Honda.

Essa comunidade conta com mais de 250 mil fãs, que falam abertamente suas opiniões sobre a marca, produtos e serviços. Mais de 2.300 fotos de modelos Honda publicadas por usuários, e enquete votada por mais de 120 mil pessoas. Além de serem informações que promovem a empresa, são inputs que podem e devem ser utilizados para melhorar produtos e serviços.

Essa semana estive presente em evento promovido pela FOX Networks para apresentar ao mercado sua parceria com o Facebook para a América Latina. Apresentaram, entre outros, o formato usado pela Honda.

Ao final do evento, uma profissional da Petrobras fez uma pergunta ao o Vice-Presidente global de mídia do Facebook, Mike Murphy: se eu construir um canal no Facebook e um consumidor falar mal da minha marca, como consigo identificar isso? A resposta de Murphy foi direta: se é um ambiente em que as pessoas são fãs da marca (como é o caso da Honda), elas tendem a inibir comentários hostis.

Em outras palavras, se a empresa produz produtos e serviços de qualidade, as pessoas serão justas e falarão bem.

Não consigo imaginar muitas montadoras fazendo o mesmo no lugar da Honda.

Métricas: razão e emoção

Interessante vídeo criado pela Digital Royalty para falar de métricas nas mídias sociais, sugerindo uma análise de números e emoções.



Via InComMetrics.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Viva o mercado!

A concorrência me fascina e faz com que o usuário seja o maior beneficiado.

Apple mostra sua tradição em atacar seu principal concorrente, a Microsoft, que acaba de lançar o Windows 7.




Aqui, o Google é resumido em 2 minutos:



Ao mesmo tempo, Facebook expande seus tentáculos pelo mundo e será representado comercialmente pela Fox Networks na América Latina. Orkut, em resposta, faz movimentos para se manter atual no Brasil. Twitter cresce e faz alianças. Yahoo! evolui para oferecer um melhor serviço ao usuário.

Viva o mercado.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Uma nova possibilidade: Kindle

Kindle, o leitor de livros, revistas e jornais criado pela Amazon e lançado no mercado norte-americano em junho desse ano, abre novas portas, oportunidades de distribuição de conteúdo. E quando falo de "oportunidade", quero remeter ao sentido mercadológico mesmo, ao "O" da matriz SWOT.


Mas afinal, como funcionará o Kindle?

O leitor da Amazon chegará ao Brasil em 19 de outubro e utilizará a rede 3G (a mesma que utilizamos em celulares, portanto, não necessitando de um wi-fi hotspot) já disponível, a qual cobre as principais cidades do país. O ponto positivo é que, segundo a Amazon, não é necessário pagar às operadoras pelo uso da rede. Ou seja, a cadeia - que começa na conexão, passando pelo publisher e terminando no leitor - deverá ser movida pelo compartilhamento de receita adquirida na venda do próprio Kindle, conteúdo e/ou espaço publicitário.
O Kindle vem para abrir um novo mercado (muitos outros fabricantes, como a Sony, já se pronunciaram sobre a criação de concorrentes ao original da Amazon) e, como é comum em mercados emergentes, o volume vem a conta-gotas. E isso pode ser um problema, pois gera um desinteresse por parte dos detentores do conteúdo. Mas o Kindle deverá ser considerado como mais um mercado, mais uma possibilidade de comunicação entre publicadores e consumidores, assim como é a web, a mobile web, o impresso e o eletrônico. Um mix, que ganha mais um ponto de contato.
Além de ser um produto que desbanca de vez a obsolescência que um jornal impresso adquire durante o dia, gosto muito do lado ecológico e da potencial economia de papel que poderá gerar. Em tempos de "marketing verde", esse poderá ser um bom apelo de vendas.
O potencial do Kindle não está na venda desse ou daquele jornal, mas sim na famosa "cauda longa". Certamente - e a exemplo do que a Amazon faz com o produto no mercado norte-americano - as possibilidades de download de conteúdo serão vastas.
Mais no TechCrunch e no Mashable


domingo, 4 de outubro de 2009

Fiesta Movement

E não é que a Ford resolve abrir mão das mídias massivas e ir pra cima do narrowcast e para o envolvimento das mídias sociais?
Foi criado há 6 meses nos Estados Unidos o "Ford Fiesta Movement", o site que acompanha 100 jovens agentes - advogados da marca - que têm em suas mãos o Ford Fiesta que será lançado em 2010 naquele país.
Esses agentes realizam provas como rafting, rapel, correr em uma pista de testes, dar mostras de ativismo social e até fazer uma viagem San Diego-Seattle. Sempre, claro, levados pelo Ford Fiesta.
São 100 agentes transmitindo suas experiências através das principais ferramentas sociais: YouTube, Flickr, Twitter, Facebook e blogs.
Impressionante o nível de envolvimento - volume não é a proposta da ação - que a campanha de marketing para esse lançamento do produto proporciona. Envolvimento, relevância e discurso renovado são as palavras-chave aqui.







Site Fiesta Movement

Via Mashable