quarta-feira, 30 de maio de 2007

E o internauta, alguém já perguntou a opinião dele?


Por isso que a publicidade é, na maioria dos casos, vista com maus olhos.
Veja o espaço destinado à publicidade e aquele destinado ao editorial, caro leitor!
É uma pena que esse site, da Veja São Paulo, não seja exceção.
O internauta se cansa >> site não ganha audiência como gostaria >> pressão por metas comerciais >> espaços ficam mais caros >> são criados novos espaços >> internauta se cansa mais...buummm

segunda-feira, 28 de maio de 2007

"Clique aqui se você não gosta do Flamengo"

Foi desse modo que eu cliquei em um anúncio do Mercado Livre.

Não imaginava que pudesse ser um anúncio de e-commerce. Fiquei curioso e, fanático por futebol que sou, resolvi clicar no text link!













Para minha surpresa e felicidade se tratava de um anúncio de e-commerce.

Como assim, "felicidade" em clicar em anúncio do Mercado Livre, Rodrigo?
Pois estamos acostumados a falar que o varejo é convencional demais, sem criatividade.

Certamente se o anúncio fosse "Camisa do Flamengo a partir de R$ 79,90 em 6 vezes sem juros" eu e uma infinidade de internautas jamais clicaríamos nesse text link.

Outra coisa: o text link! Que raios de formato é um text link? É aquela frase na caixa de diálogo do MSN Messenger (ou como preferem os caras da Microsoft, "Windows Live Messenger")
O formato é extremamente limitante, não permite nada além de 65 caracteres!

E na correria e alto volume de anúncios que as empresas de e-commerce utilizam, os profissionais do Mercado Livre conseguiram utilizar essa mídia muito bem e, certamente, terão rentabilidade além da que teriam se utilizassem um anúncio "padrão"!

Dizem que o varejo é quadrado, chato, mas às vezes nos deparamos com algumas coisas ousadas!

Para começar a semana, é isso!

terça-feira, 22 de maio de 2007

ChaCha: criando seu próprio oceano azul!

ChaCha?!?!
É. ChaCha! Mas o que é isso? O tema da "Dança dos Famosos" do próximo domingo? Não! É a humanização dos sistemas de busca! É. É isso mesmo!

Se nos atentarmos ao conceito de Web 3.0, veremos que a tentativa do ChaCha é bastante interessante e vai ao encontro desse conceito. Humanizar as buscas, organizar a web. Não mais mostrar milhões de resultados, mas sim mostrar poucos resultados extremamente relevantes.


Fiz alguns testes de bastante sucesso.

Primeiro precisei me certificar de que não se tratava de um "BOT" (abreviação para Robot). Fiz perguntas com certa profundidade e obtive respostas para todas elas.

Fiz perguntas sobre o método de trabalho da ChaCha e fui informado por uma suposta atendente de Massachusetts que os atendentes trabalham de casa mesmo. Perguntei sobre a história da empresa e ela me mostrou um link de apresentação. Muito bom.

Fiz perguntas que, se feitas no Google, no mínimo ele me devolveria me chamando de burro com a seguinte frase: "Você quis dizer...?" Agora que estou escrevendo esse post acabo de perguntar a um atendente sobre "Online Markting Course In London". Sim, o "Markting" foi proposital e ,mesmo assim, o atendente entendeu e efetuou a busca sem questionar nada. Retornou com 3 links para 3 universidades na cidade de Londres que ministram aulas de marketing digital. Mais nada. Apenas 3. Cerca de um minuto depois.

Achei fantástico!

O produto deles não é busca, mas sim uma experiência. Competir com o Google? Pra quê? Deixa isso pro Yahoo!. O negócio é inovar. E é muito bom ver empresas surgindo do zero, criando seus próprios nichos.

E o modelo de negócios? Links patrocinados, para variar. Mas os caras estão de olhos bem abertos e com filtro por IP. Fiz uma busca e vi links patrocinados locais. Isso significa que tem alguma empresa grande por trás dessa ferramenta.

Mas essa minha teoria de que são atendentes que estão do outro lado é negada pelo IDG NOW, que cita "Inteligência Artificial" ao falar do ChaCha.

Enfim, vale a pena conferir essa ferramenta que, antes de qualquer outra coisa, tem altíssimo potencial viralizador.

Quem sabe o Big G não vai à feira em breve?
...Mas isso é assunto para outro post.

Try it, mas os atendentes (ou não) só falam inglês.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

E o YouTube que se cuide...

Depois das últimas notícias sobre o Joost, é a vez da Sony lançar seu site de compartilhamento de vídeos.


Para quem acha que o YouTube pode ficar tranquilo por ser o pioneiro e o mais popular, aí estão duas ferramentas que devem estar tirando o sono dos executivos do Big G, o Google, detentor do YouTube.

Vamos aos fatos:

A ferramenta, desenvolvida pelos mesmos criadores do famoso e pioneiro Skype, já começa com acordo com a Viacom, detentora das marcas MTV, BET e Paramount Pictures.
Por enquanto em fase Beta, os usuários já podem se cadastrar, assistir e compartilhar vídeos.
Além da parceria, outro diferencial é que o usuário terá mais interatividade além de assitir e compartilhar vídeos:poderá interagir ao vivo com outros usuários através de mensagens instantâneas e salas de bate-papo. Desse modo, debaterem sobre determinado episódio ou filme. Realmente algo que vai além do espaço para comentários do YouTube.
Outro ponto do Joost é que o usuário será ponto chave para a reprodução dos vídeos. Ao invés de serem reproduzidos por streaming a partir de um único servidor, como acontece com o YouTube, o Joost funciona em rede P2P, com os internautas formando a rede. Algo similar ao eMule, por exemplo.
Para saber mais sobre o Joost, basta clicar aqui .


eyeVio , a ferramenta da Sony:

Por enquanto, em testes apenas para usuários japoneses.
A Sony, que já atua na produção de conteúdo através de seu canal de Pay TV, promete fazer parcerias comerciais com produtoras de conteúdo e, desse modo, evitar os tão comuns problemas com direitos autorais sofridos pelo YouTube.

E o site já esbanja publicidade, como você pode ver abaixo:

Para saber mais sobre o lançamento,
clique aqui .


As vantagens do YouTube sobre os novatos:
  1. Poder do pioneiro
  2. Popularidade
  3. Praticidade - nenhuma outra empresa criou um serviço que o supere nesse ponto.

Uma coisa é certa: a era digital chegou pra ficar!
As empresas que não acordarem (ou melhor, que AINDA não acordaram) para esse fato, poderão ter problemas de comunicação com seus consumidores.

Do mesmo modo, as agências que não fizerem os investimentos necessários para auxiliar seus clientes, poderão ter umas contas perdidas, pois as empresas estão sedentas pelas novas tecnologias. Basta que a agência exponha a importância das mídias digitais no mix de comunicação de seus clientes.
É isso.